A realização da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em 2013, deixará um forte legado social no município que, infelizmente, concentra vários problemas de violência com o jovem. A Jornada Mundial
da Juventude movimenta, além da Igreja, governo municipal, estadual e federal.
Além de toda a preparação pastoral dos jovens para um momento de espiritualidade, de encontro e amizade com jovens do mundo inteiro em um encontro com Santo Padre, Bento XVI, existem também ações voltadas para a estrutura da cidade do Rio de Janeiro que vai receber grande número de pessoas.
Durante o II Encontro da Jornada Mundial da Juventude, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, destacou que fazer a vigília e a missa na região de Guaratiba é uma grande realização. “A JMJ vai ter como o seu principal encontro justamente na área da cidade que mais precisa da atenção do poder público e de todos nós, portanto realizar a JMJ na região oeste da cidade, em Guaratiba, sem dúvida nenhuma, é também uma demonstração do papel importante que a JMJ tem em nossa cidade”, afirmou Eduardo Paes.
Dom Orani expôs os progressos que Guaratiba vem tendo para sediar os Atos Centrais. “Nós estamos muito unidos tanto no governo federal, estadual e municipal aqui no Brasil para este belo trabalho de serviço ao povo e ao jovem da Jornada Mundial da Juventude”, disse Dom Orani.
Após a Jornada, os trabalhos continuam, já que a JMJ não se trata apenas de um evento realizado em determinado período, mas também de uma oportunidade para uma série de trabalhos com os jovens brasileiros.
Dentro do Comitê Organizador Local da JMJ Rio 2013, o Setor Legado Social se dedica exclusivamente, para o combate ao flagelo da dependência química. Até março de 2013, uma rede vai reunir as instituições que já realizam trabalhos com jovens nesta situação e um Centro de Prevenção em parceria com a 3ª Ordem da Penitência, Hospital São Lucas na Barra da Tijuca será criado.
“Nosso trabalho tem sido o de estudar a especificidade de cada entidade descobrindo suas potencialidades e necessidades” afirmou padre Manuel Manangão, que está a frente dos trabalhos do Setor Legado Social ao explicar como está sendo o processo de elaboração dos trabalhos. O objetivo da organização é que a rede já esteja funcionando em março de 2013.
Até a Jornada, diversos trabalhos concentram atividades que para bons frutos no chamado “Pós-Jornada”, tanto na cidade do Rio de Janeiro quanto mundo a fora, onde os jovens participantes de todo o processo de preparação da Jornada atuarão também como protagonistas de transformação da realidade da comunidade em que
vivem.
